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8 de julho de 2013

Mais uma? É, já estamos perto da final.

Para que serve documentar um fluxo de processo?

Documentar o fluxo de um processo se mostra importante porque, em primeiro momento, expõe a atividade que deu origem a esse documento, relacionando-o diretamente com a sua função, a sua “razão” de existir. Depois, na tomada de decisão, podemos observar o direcionamento que foi dado ao documento, geralmente quanto a sua classificação. O evento intermediário se relaciona diretamente com a idade intermediária do documento, no qual ele aguarda seu destino final, seja ele a guarda permanente ou a eliminação. Documentar o fluxo de um processo serve, principalmente como forma de orientação para que suas atividades sejam realizadas corretamente.

Um fluxo de processo sistematiza as etapas de criações documentais. Como sabemos, a informação presente num documento de arquivo nunca se basta por si só. Ela possui um contexto orgânico, dentro de uma instituição, dentro de um fluxo de atividades. Então, um fluxo de processos permite identificar melhor esta organicidade documental, característica deveras relevante no meio arquivístico de gestão documental. Permitindo outras atividades como uma melhor indexação, verificação de autenticidade, compreensão da informção do documento...


Formulário de Pedido de compra: fluxo documental.


Pedido de compra > Atendimento > Preenchimento de dados > Verificação de dados (caso os dados não confiram, fluxo termina aqui) > Emissão de Pedido

2 de julho de 2013

Quebrando a Cuca - Parte 1

Como foi exposto no post anterior e durante a última aula o grupo decidiu abordar no tema do trabalho final a Lei Áurea, e todo o processo que a autentica. Para começar, temos algumas idagações.

Observe esta matéria retirada do portal do Senado:

"Mais de um século depois [da promulgação da Lei Áurea], ­porém, o Brasil e o mundo não podem dizer que estão livres do trabalho escravo atualmente. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que existam pelo menos 12,3 milhões de pessoas submetidas a trabalho forçado em todo o mundo, e no mínimo 1,3 milhão na América Latina.
(...)
A mobilização internacional para denunciar e combater o trabalho escravo começou quatro décadas após a assinatura da Lei Áurea. Com base nas observações sobre as condições de trabalho em diversos ­países, a OIT aprovou, em 1930, a Convenção 29, que pede a eliminação do trabalho forçado ou ­obrigatório."
Descrição
Junho de 2010: trabalhadores escravizados em fazenda de cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul recebem suas refeições. Foto: Joao Roberto Ripper / Imagens Humanas

Fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/trabalho-escravo/trabalho-escravo-atualmente.aspx

Também gostariamos de apresentar na íntegra parte da referida Lei, de 13 de maio de 1888:

"Art. 1º É declarada extincta (sic), desde a data desta Lei, a escravidão no Brazil (sic)."

Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/66274.html

Considerando os trechos mencionados, fica o desafio do grupo: pode-se dizer que a Lei Áurea, a partir de sua promulgação, é um documento verídico?

28 de junho de 2013

Lei Áurea: autenticidade

A proposta do grupo é apresentar todo o processo que autentica a Lei Áurea, mostrando toda a documentação e contexto histórico envolvidos. Também comentaremos sobre o que a torna um documento verídico.


Quais elementos garantem a característica de autenticidade aos documentos microfilmados?

Depois da leitura do texto da Duranti analisei que os  elementos que garante a autenticidade     se adéquam ao tempo e que é imprescindível que se mantenha a relação de trâmite documental segundo a legislação que o rege, pois no caso dos microfilmes é feita a mudança de suporte que só é validado se tiver de acordo as exigências da lei.  No caso dos microfilmes há o Decreto 1799/96  que especifica como deve-se proceder.

14 de junho de 2013

Análise Diplomática: Duranti e Bellotto



  • Duranti divide a análise diplomática em elementos internos e externos, enquanto Bellotto a divide em três partes (protocolo inicial, texto e protocolo final).

  • Duranti considera as pessoas envolvidas na produção do ato que gerou o documento e Bellotto foca nas coordenadas (representadas pelas fórmulas diplomáticas obrigatórias, próprias da espécie documental determinada pelo ato jurídico e seu objetivo) e as variantes (teor pontual e circunstancial relativo às especificidades do ato aplicado a um fato, pessoa ou assunto).

Fixando o conteúdo: Atividade individual por Priscilla

De acordo com o texto de Duranti, um documento é autêntico quando apresenta todos os elementos que foram estipulados para provê-lo de autenticidade.
Diplomaticamente falando, o Decreto nº 1.799, que regulamenta a Lei n° 5433, de 8 de maio de 1968, dá essas diretrizes, como:
  • Identificação do detentor dos documentos, a serem microfilmados; 
  • Registro do local e data da microfilmagem;
  • Identificação do equipamento utilizado, da unidade filmadora e do grau de redução; 
  • Registro do nome por extenso, qualificação funcional e assinatura do responsável pela unidade, cartório ou empresa executora da microfilmagem.

Atividade Individual - Luís Henrique



Com relação aos elementos que garantem a característica de autenticidade aos documentos microfilmados, Duranti afirma que qualquer mudança de suporte em documentos do governo precisa ser auditada, necessitando de uma fiscalização por parte de um órgão responsável para que se tornem válidas. O mesmo se aplica a documentos microfilmados, pois precisa de um controle para que seja feita e também não exclui os documentos originais, cabendo ao órgão responsável autenticar os documentos microfilmados, provando que estão de acordo com os seus originais.